Felipinho Ravis: quando a Secretaria de Trabalho e Renda vira motor de oportunidades no Rio
Do chão da Baixada às decisões no Palácio Guanabara, o secretário estadual vem imprimindo ritmo às políticas de emprego, levando qualificação, esperança e carteira assinada para milhares de fluminenses.
Felipinho Ravis é daqueles nomes que carregam sotaque de Baixada, jeito de rua e agora a caneta de secretário estadual. À frente da Secretaria de Trabalho e Renda, ele tem feito mais do que administrar estatísticas: tem tentado transformar números em histórias reais de gente empregada, com salário no bolso e dignidade no prato.
Nos últimos meses, o Rio de Janeiro voltou a respirar aliviado no cenário nacional. Foram mais de 145 mil empregos formais criados em 2024, devolvendo ao estado a posição de destaque no ranking brasileiro. É número, sim, mas é também sorriso de quem volta pra casa com a carteira assinada.
A secretaria nas ruas
Ravis não ficou preso ao gabinete. Ações como a Carreta do Trabalhador, que estaciona em cidades do interior oferecendo cursos, encaminhamento de vagas e serviços de cidadania, têm aproximado o governo da população. O secretário fala em “inclusão”, mas, na prática, o que se vê é o trabalhador do asfalto e do barro tendo a chance de se capacitar e entrar no mercado formal.
Qualificação que muda vidas
Outro ponto é a aposta em qualificação profissional. Em parceria com instituições como o SENAC, a secretaria abriu cursos voltados às demandas reais do mercado: comércio, serviços, indústria. A ideia é simples e potente: preparar o trabalhador para as vagas que estão surgindo. Resultado? Empresas encontram mão de obra pronta e a roda da economia gira.
Reconhecimento que pesa
Os dados não deixam dúvida: o Rio foi o segundo estado do país que mais gerou empregos formais em 2024. E o salário médio de quem entra no mercado por aqui figura entre os maiores do Brasil. Mérito de políticas de intermediação e do esforço para equilibrar os setores — da construção civil ao comércio, passando pela indústria e serviços.
Felipinho Ravis costuma repetir em encontros com prefeitos: “Nosso compromisso é com quem precisa de oportunidade”. Pode soar frase de efeito, mas quando se olha para os números e para as ações que chegam às cidades, o discurso ganha corpo.
O futuro em aberto
No tabuleiro da política fluminense, secretários vão e vêm, mas Ravis parece disposto a deixar marca. Se vai conseguir transformar a pasta em motor permanente de geração de oportunidades, só o tempo dirá. Por enquanto, o que se vê é um estado que voltou a aparecer no mapa do emprego — e uma secretaria que não tem medo de colocar o pé na estrada.




