Binho Marote Já é volta ao cenário com um olhar direto sobre aquilo que a cidade iguaçuana sente no bolso e no corpo: a falta de segurança à noite e o caos silencioso da saúde que inaugura, mas não funciona para todos.
Nas caminhadas, Binho Marote Já é escuta o que muita gente prefere ignorar. Os comerciantes estão cansados — e falam sem rodeios. Os arrombamentos viraram rotina e o policiamento noturno simplesmente não acompanha a demanda da cidade.
Dona Marilene, que vende roupas no Centro, desabafou:
“A gente fecha a loja já com medo. Em três meses, arrombaram minha porta duas vezes. O prejuízo fica pra gente, e ninguém resolve nada.”
O relato de seu Ronaldo, merceeiro em Austin, segue o mesmo tom:
“Boto grade, câmera, reforço… mas quando eles querem entrar, entram. A rua fica largada. Cadê o policiamento?”
Juliana, do K11, viveu o drama antes do amanhecer:
“Arrombaram minha loja às 4 da manhã. Demoraram quase duas horas pra vir fazer o registro. A gente abre o comércio com medo.”
E Cléber, no Bairro da Luz, resume o sentimento comum:
“A gente fecha sabendo da hora, mas sem saber como vai encontrar no dia seguinte.”
Binho Marote Já é leva esses relatos para o seu discurso e cobra consciência dos poderes: não basta tirar barricada e fazer anúncio, é preciso ordenar a cidade e colocar o policiamento onde o povo precisa — principalmente quando as luzes se apagam.
Na saúde, a crítica segue firme. As inaugurações se multiplicam, mas faltam técnicos, profissionais e acesso real. As unidades ficam prontas, mas não entregam atendimento para todos. Parece que sempre sobra para um grupo específico, orbitando os mesmos “doutores”, enquanto o resto da população continua na fila.
Por isso, Binho Marote Já é solta a pergunta que ninguém gosta de ouvir:
por que essas ações só aparecem com força em ano eleitoral?
A cidade já sacou o roteiro — e Binho transforma essa percepção em cobrança pública.
Focado nas questões populares e com o radar apontado para soluções reais, Binho Marote Já é reforça a volta da família Marote ao debate estadual, com presença forte, discurso afiado e sintonia com o que a rua está dizendo.
Binho Marote Já é — direto, presente e na batida da vida real.




