É vitória no bolso do povão — e um alívio que chega como quem joga água gelada no calor do fim do mês.
O presidente Lula assinou a canetada que muita gente vinha esperando há anos: a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. É isso mesmo — a turma que vive ralando, equilibrando contas, virando noite e tentando fazer milagre com salário, agora respira um pouco mais leve.
A novidade começa a valer a partir de janeiro de 2026, e vem com aquela pegada de mudança real na vida de quem sente o peso de cada centavo. Para milhões de trabalhadores, aposentados, autônomos e profissionais liberais, é como tirar uma mochila de tijolos das costas no fim do mês.
Quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350 também recebe um refresco — não é isenção total, mas a mordida diminui, e já dá pra sentir que a corda aperta menos. Agora, quem tá lá no topo, com renda anual acima de R$ 600 mil, vai pagar mais. O governo apertou o cinto justamente onde sobra: lucros, dividendos e remessas para o exterior entram na lupa com taxação maior.
Lula vem dizendo que “quem ganha pouco não pode sustentar quem ganha muito”, e essa medida vai na veia desse discurso. Na prática, a mudança deve alcançar mais de 15 milhões de brasileiros. É gente que vive no sufoco da inflação, da conta de luz que não perdoa e do supermercado que parece inimigo declarado do bolso.
A sensação geral é de vitória do povão. A rua já comenta, os grupos de WhatsApp estão fervendo e a pergunta é só uma: “Quando cai no meu bolso?”
Agora é esperar a virada do ano para o alívio chegar de verdade — e torcer para que outras medidas venham na sequência, porque o brasileiro, quando vê uma luz no fim do túnel, quer logo que vire janela aberta.




