A Baixada Fluminense não é periferia de ninguém. É território de gente trabalhadora, de comércio forte, de cultura viva e de uma população que acorda cedo todos os dias para movimentar o estado inteiro. E em Nova Iguaçu, esse orgulho começa a caminhar junto com investimento de verdade.
“Por muito tempo a gente se sentiu esquecido. Agora estamos vendo resultado”, diz um morador do centro. Nas ruas, o sentimento é de que a cidade está sendo respeitada como merece. E o nome do deputado estadual Carlinhos BNH aparece nas conversas como quem puxou essa virada, levando as demandas da Baixada para o coração do Governo do Estado.
O Onco Baixada é símbolo desse novo momento. “Ter um hospital de câncer aqui é mais que obra, é dignidade”, afirma uma moradora. A unidade chega para atender milhares de pessoas por mês, evitando viagens longas e sofrimento dobrado. É a saúde especializada fincando bandeira no território iguaçuano.
Na segurança, a construção do 44º Batalhão da Polícia Militar é vista como reconhecimento do tamanho e da importância da cidade. “Nova Iguaçu é gigante, merece estrutura própria”, comenta um comerciante. A parceria com o deputado federal Dr. Luizinho garantiu recursos para equipar o batalhão com viaturas e equipamentos modernos. Para quem vive aqui, isso significa mais presença nas ruas e mais tranquilidade para trabalhar e criar os filhos.
Em Miguel Couto, as obras contra enchentes representam respeito com quem sempre ficou no prejuízo quando a chuva chegava. “A gente quer só poder dormir tranquilo quando o tempo fecha”, resume uma moradora antiga do bairro. As intervenções prometem mudar essa realidade histórica.
Com apoio do prefeito Dudu Reina na execução local, os projetos começam a transformar promessa em concreto, asfalto e atendimento.
A Baixada tem voz, tem força e tem identidade. Nova Iguaçu é potência econômica, cultural e humana. E quando o investimento chega ao território, ele não é favor — é reconhecimento. Como dizem nas esquinas e nas feiras da cidade: “Aqui tem povo que trabalha e merece respeito.”




