JUAN SANTA CRUZ GANHA AS RUAS, FORTALECE O MANDATO E HOMENAGEIA MULHERES DE SUA PRÓPRIA HISTÓRIA NA CÂMARA
Na política de Nova Iguaçu, presença não se mede apenas por fala em tribuna ou postagem em rede social. Se mede no chão da cidade, na escuta direta e também nos gestos que revelam identidade, origem e vínculos. É exatamente nessa costura entre rua, plenário e história pessoal que o vereador Juan Santa Cruz vem consolidando sua marca política.
Ao longo da última semana, Juan intensificou agendas nos bairros, caminhando por diferentes regiões do município, ouvindo moradores, recebendo demandas antigas, críticas pontuais e sugestões de quem vive a cidade na pele. O movimento reforça a percepção de um mandato próximo das comunidades, construído no corpo a corpo e na presença física — um ativo cada vez mais valioso em tempos de política distante.
Mas a semana teve também um momento de forte simbolismo dentro da Câmara Municipal.
Na Sessão Solene realizada na noite de quinta-feira, em celebração ao Dia Internacional da Mulher, cada vereador indicou duas mulheres para receber o Diploma Carmelita Brasil, honraria que leva o nome da primeira mulher a ocupar uma cadeira no Legislativo iguaçuano e pioneira no estado do Rio de Janeiro.
Juan Santa Cruz escolheu duas mulheres que, além de trajetórias próprias de destaque, carregam peso direto em sua caminhada pessoal e política: Marlene Silva Serra, ativista social e mãe do vereador, e Sindy Ellen Vieira dos Santos, líder comunitária e esposa do parlamentar.
A escolha fala por si.
Ao homenagear Marlene, Juan reconhece uma história ligada à atuação social e ao olhar voltado para as pessoas, algo que ajuda a explicar a construção de sua própria identidade pública. Já ao destacar Sindy Ellen, reforça a conexão com a base comunitária, com a liderança de território e com a atuação feminina que nasce do cotidiano real das comunidades.
Mais do que um gesto familiar, a homenagem carrega forte valor simbólico: Juan transforma a solenidade em uma narrativa sobre origem, afeto, militância e compromisso coletivo. O plenário, nesse contexto, deixa de ser apenas palco institucional e passa a refletir a própria história do vereador.
A cerimônia, conduzida pelo presidente da Casa, Dr. Marcio Guerreiro, foi marcada por discursos sobre igualdade, representatividade e valorização feminina, reforçando o legado de Carmelita Brasil como referência de coragem e pioneirismo.
No desenho político, Juan sai da semana com uma imagem ainda mais consolidada: o vereador que ocupa as ruas, escuta o povo e leva para dentro da Câmara não apenas pautas da cidade, mas também os símbolos humanos que ajudam a sustentar sua trajetória.
Entre caminhada, comunidade e homenagem, a mensagem é clara: o mandato quer ser visto como próximo, presente e profundamente ligado às pessoas que moldam sua história. Em Nova Iguaçu, isso tem peso — e Juan parece saber exatamente como usar esse capital.




