Marote “Já É” coloca o VLT no debate por uma nova mobilidade urbana em Nova Iguaçu e na Baixada Fluminense
VLT como alternativa para enfrentar o caos da mobilidade
A mobilidade urbana voltou ao centro das discussões políticas na Baixada Fluminense. Com uma população superior a 850 mil habitantes, Nova Iguaçu convive diariamente com um sistema viário pressionado pelo crescimento da cidade, pelo aumento da frota de veículos e pela falta de investimentos estruturantes capazes de acompanhar a expansão urbana.
Filho de Nova Iguaçu, o pré-candidato a deputado estadual pelo AGIR, Marote “Já É”, defende que chegou o momento de discutir projetos de grande porte para enfrentar um dos maiores problemas vividos pela população: a dificuldade de locomoção. Entre as propostas que pretende colocar em debate está a implantação de um sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) como alternativa para transformar a mobilidade regional.
Para ele, uma cidade com pouco mais de 300 quilômetros quadrados e quase um milhão de moradores já não pode depender apenas das mesmas vias e do mesmo modelo de transporte adotado há décadas.
Nova Iguaçu enfrenta gargalos que comprometem o desenvolvimento
Os desafios da mobilidade vão muito além dos congestionamentos. Em Nova Iguaçu, grande parte dos bairros permanece distante das estações ferroviárias, obrigando milhares de trabalhadores a utilizarem dois ou até três meios de transporte para chegar ao destino. Isso representa mais gastos, mais tempo perdido e menos qualidade de vida.
Outro problema apontado é a ausência de terminais rodoviários modernos e de pontos organizados de embarque e desembarque, o que contribui para o desordenamento do transporte coletivo e amplia os transtornos enfrentados diariamente pelos passageiros.
O trânsito no centro da cidade também se tornou um dos principais gargalos urbanos. Os acessos pela Rodovia Presidente Dutra, Via Light e pelas principais avenidas frequentemente registram longos congestionamentos, dificultando a circulação de veículos particulares, ônibus, ambulâncias e serviços essenciais.
Na avaliação de Marote “Já É”, esses problemas mostram que Nova Iguaçu precisa pensar a mobilidade de forma integrada, conectando bairros, reorganizando os fluxos urbanos e criando novas alternativas de deslocamento para acompanhar o crescimento da cidade.
VLT como proposta de integração para toda a Baixada Fluminense
Para Marote “Já É”, discutir o VLT significa pensar o futuro da Baixada Fluminense como uma única região metropolitana, onde milhares de pessoas cruzam diariamente os limites entre Nova Iguaçu, Mesquita, Nilópolis, Belford Roxo, São João de Meriti, Duque de Caxias, Queimados, Japeri e outros municípios em busca de trabalho, estudo e atendimento público.
Segundo o pré-candidato, um sistema de transporte sobre trilhos, integrado aos ônibus e à malha ferroviária existente, pode reduzir a pressão sobre as principais vias, diminuir o tempo de deslocamento e oferecer uma alternativa moderna para uma população que hoje enfrenta congestionamentos constantes.
“O debate sobre o VLT não é apenas uma discussão sobre transporte. É uma discussão sobre desenvolvimento, qualidade de vida e planejamento urbano. Precisamos pensar em soluções para os próximos 30 ou 40 anos, e não apenas para resolver os problemas de hoje”, defende.
Ao colocar o VLT no centro do debate, Marote “Já É” afirma que pretende ampliar a discussão sobre investimentos estruturantes capazes de transformar a mobilidade urbana, devolver tempo às famílias, fortalecer a economia regional e preparar Nova Iguaçu e toda a Baixada Fluminense para o crescimento das próximas décadas.



