Um inquérito civil aberto pelo Ministério Público do Rio de Janeiro colocou um polo da Faculdade Anhanguera, em Nova Iguaçu, sob apuração. O procedimento investiga o suposto encerramento das atividades da unidade sem comunicação prévia aos alunos.
A apuração também envolve relatos de indisponibilidade do portal do aluno e ausência de atendimento da secretaria acadêmica. Segundo a portaria do MPRJ, estudantes teriam enfrentado dificuldades para conseguir documentos, regularizar estágios e realizar transferências para outras unidades.
O procedimento foi instaurado pela 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Nova Iguaçu em 28 de agosto de 2026 e trata o caso como possível lesão a direitos individuais homogêneos dos consumidores.
Na prática, o Ministério Público está verificando se houve prejuízo coletivo aos estudantes e quais providências devem ser adotadas para garantir os direitos dos alunos afetados.
O documento oficial não conclui que a instituição tenha cometido irregularidade. O que existe, neste momento, é uma investigação aberta pelo MPRJ para apurar os fatos.
O caso interessa diretamente aos estudantes que dependiam da unidade para atendimento acadêmico, documentos, estágios e transferência. A íntegra da portaria pode ser solicitada à Promotoria responsável.
Fontes: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Diário Oficial Eletrônico do MPRJ, edição de 31 de agosto de 2026.
Por Jornalista Arinos Monge




