Pastora Márcia Regina relata episódios de amizade, solidariedade, acolhimento e ajuda que, segundo seu testemunho, marcaram a trajetória de Clébio Lopes Jacaré Há histórias que não começam na política.
Começam na vida, na amizade, na convivência e, principalmente, nos momentos em que uma pessoa precisa da outra.É assim que a Pastora Márcia Regina, da Assembleia de Deus Ministério Getsêmani, descreve sua relação com Clébio Lopes Jacaré. Em seu testemunho, ela fala não apenas do político, mas do homem que, segundo ela, ao longo dos anos teria construído uma trajetória marcada pela preocupação com as pessoas e pela disposição de ajudar sem perguntar primeiro o que poderia receber em troca.

Márcia afirma que conhece diferentes partes da história de vida de Clébio e diz que algumas delas são especialmente marcantes justamente porque aconteceram longe dos holofotes. Segundo ela, Clébio é uma pessoa que escuta. Ouve as histórias, conhece as dificuldades e, quando percebe que alguém precisa de ajuda, procura encontrar uma maneira de colaborar. Um dos episódios mais fortes relatados pela pastora aconteceu há dois anos.No dia 19 de fevereiro de 2024, Márcia conta que descobriu um câncer de mama. Segundo seu relato, tratava-se de um câncer muito agressivo. Ela afirma que procurou algumas pessoas em busca de ajuda, mas encontrou dificuldades para conseguir atendimento e apoio.
Foi então que Clébio teria tomado conhecimento da situação.“Quando ele soube que eu estava com câncer, mandou me procurar”, relata Márcia. De acordo com ela, Clébio chegou a ligar pessoalmente para saber o que estava acontecendo. Márcia explica que havia contado sobre a doença a algumas pessoas e que essas pessoas acabaram comentando o caso com ele. A partir daí, segundo o testemunho, Clébio teria passado a acompanhar a situação e ajudado a encaminhá-la para pessoas que poderiam colaborar.“Ele foi uma pessoa essencial”, afirma. Márcia conta que ele teria custeado exames e consultas para ajudá-la durante o tratamento. E, para ela, existe um detalhe importante nessa história. Ela diz que Clébio não teria feito aquilo porque ela ocupava uma posição social ou porque poderia oferecer alguma vantagem a ele.

“Você vê assim: não é alguém que faz porque você tem um status de classe alta na sociedade iguaçuana. Não. Ele fez porque ele se preocupa”, relata. Márcia afirma que Clébio a procurou, acompanhou a situação e ajudou em um momento em que ela enfrentava uma doença grave.
A cirurgia aconteceu no dia 25 de maio de 2024.E, segundo o relato dela, Clébio estava naquele período em plena expectativa para a campanha para prefeito de Nova Iguaçu. Mesmo assim, afirma Márcia, ele não teria deixado de prestar atenção ao problema que ela estava enfrentando. “Ele é alguém que, quando você precisa, te atende de braços abertos”, resume. Para a pastora, esse episódio não seria um caso isolado. 16:46 27/09/202616:46 27/09/202616:46 27/09/202616:46 27/09/202616:46 27/09/202616:46 27/09/2026Ela também conta histórias relacionadas ao acolhimento de pessoas que precisam de moradia. Segundo Márcia, Clébio mantém uma área com casas que podem ser utilizadas por pessoas em situação de necessidade quando há imóveis disponíveis.
Ela afirma que algumas pessoas teriam permanecido nessas casas durante muitos anos.“Tem gente que mora em casas dessa avenida há mais de seis, sete anos”, relata. Márcia também cita uma situação ocorrida durante uma das últimas enchentes. Segundo ela, uma pessoa que estava sem condições de permanecer em sua residência teria sido acolhida em uma das casas. Ela conta que a pessoa estaria morando no local e que teria recebido condições para seguir a vida com mais dignidade e segurança. O que chama a atenção de Márcia, segundo seu próprio relato, é que essas ações não seriam utilizadas por Clébio como instrumento de divulgação.
Ela afirma que ele não teria transformado essas situações em publicações nas redes sociais para buscar reconhecimento. Segundo a pastora, mesmo quando esteve presente durante situações de emergência, ele não teria usado a ajuda prestada para fazer propaganda pessoal. Para Márcia, é justamente aí que estaria uma das características mais marcantes da personalidade de Clébio. Ele ajuda sem necessariamente esperar reconhecimento. “Ele não olha o que você pode repor para ele. Ele faz porque ama fazer”, afirma.
Ela também resume esse comportamento dizendo que ele “faz o bem sem olhar a quem”. Na visão da pastora, Clébio não condicionaria a ajuda à posição social, ao dinheiro ou à possibilidade de retorno.Ela diz que as histórias que conhece sobre a trajetória dele são histórias de pessoas reais.“Você constrói memórias”, afirma Márcia. E, segundo ela, quando essas memórias são construídas a partir de experiências verdadeiras, acaba sendo inevitável que outras pessoas tomem conhecimento delas. “São histórias de vida”, destaca. Para Márcia, é justamente a soma dessas histórias que permite compreender uma trajetória que vai muito além da política.
Ela fala de alguém que, segundo seu testemunho, ouve as pessoas, acolhe, procura ajudar e mantém relações construídas ao longo dos anos. Atualmente, além da relação pessoal, Márcia também participa da estrutura política de Clébio. Ela se apresenta como uma das diretoras da campanha e afirma coordenar uma equipe de aproximadamente 30 pessoas. O trabalho também se relaciona ao Instituto Ajuda Já, em Queimados, citado durante a conversa como um espaço onde as pessoas podem conhecer o projeto e buscar informações. O endereço informado é a Rua Santo Expedito, 163, em Queimados. O telefone informado para contato é (21) 98332-0223.
Ao contar sua história, Márcia faz questão de separar a política daquilo que considera experiências pessoais. Seu testemunho, segundo ela, não é baseado apenas em discurso político, mas em acontecimentos que teria acompanhado de perto. A história do câncer, a cirurgia, a ajuda recebida, as famílias acolhidas e os episódios de solidariedade fazem parte, na visão dela, de uma trajetória construída ao longo dos anos. “Ele não faz porque quer aparecer. Ele faz porque se preocupa”, afirma a pastora.
E é justamente essa memória, construída a partir de histórias de pessoas reais, que Márcia diz querer preservar.
Porque, para ela, algumas histórias acabam falando por si mesmas.
Por Jornalista Arinos Monge



