Força Nacional segue no Rio e reforça combate ao crime nas principais vias da capital
Governo do Estado consegue manter efetivo federal após novo pedido ao Ministério da Justiça; operações continuam na Avenida Brasil, Linha Vermelha e Linha Amarela
O reforço da Força Nacional de Segurança Pública vai continuar no Rio de Janeiro. Após o encerramento oficial do período de atuação, no último domingo (28), o Governo do Estado solicitou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública a permanência do efetivo federal, pedido que recebeu parecer técnico favorável da Secretaria de Estado de Segurança Pública.
Com a decisão, os agentes seguem atuando em apoio às forças estaduais nas principais vias expressas da capital, entre elas a Avenida Brasil, a Linha Vermelha e a Linha Amarela, corredores considerados estratégicos para o enfrentamento da criminalidade, especialmente no combate ao roubo de cargas, veículos e ações de facções criminosas.
A presença da Força Nacional no estado teve início em 16 de outubro de 2023, após solicitação do Palácio Guanabara diante da escalada da violência. Na ocasião, foram deslocados cerca de 150 agentes e 40 viaturas, que passaram a atuar de forma integrada com a Polícia Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e demais órgãos de segurança.
Em abril deste ano, o Governo Federal já havia prorrogado por mais 90 dias a permanência da Força Nacional no Rio de Janeiro e em outros estados. Com o novo pedido do Executivo fluminense, a expectativa é de que o trabalho conjunto seja mantido, garantindo maior presença ostensiva em pontos considerados sensíveis da Região Metropolitana.
A avaliação do governo estadual é de que a integração entre as forças de segurança tem contribuído para ampliar a capacidade operacional das polícias, aumentar o policiamento nas principais vias da cidade e fortalecer as ações de enfrentamento às organizações criminosas.
A decisão reforça a estratégia adotada pelo Estado de manter o apoio federal enquanto persistirem os desafios impostos pela criminalidade, sobretudo nas áreas de maior circulação de pessoas e mercadorias.
Por Jornalista Arinos Monge



