Dr. Marcio Guerreiro fortalece o campo com o Caminho Rural e impulsiona nova fase da agricultura em Nova Iguaçu
Projeto aprovado em primeira discussão organiza política pública para áreas produtivas, valoriza agricultores e resgata a tradição rural do município*
A aprovação do Caminho Rural marca um avanço concreto para recolocar a zona rural de Nova Iguaçu no centro do desenvolvimento. A proposta do presidente da Câmara, Dr. Marcio Guerreiro, tem foco direto: estruturar, fortalecer e dar visibilidade à produção agrícola que ainda resiste no município.
Hoje, a atividade rural segue concentrada em regiões como Tinguá, Rio d’Ouro, Adrianópolis, Jaceruba e áreas de Cabuçu. É nesses pontos que a produção acontece, principalmente através de pequenos agricultores familiares.
Dessas áreas saem produtos que ainda abastecem feiras livres, mercados locais e parte do comércio da cidade, com destaque para:
Hortaliças como alface, couve e cebolinha, banana e outras frutas de ciclo rápido, aipim, quiabo e legumes variados, produção pontual de mel e itens da agricultura orgânica em expansão
Mesmo com limitações de acesso, infraestrutura e apoio técnico, esses produtores mantêm ativa uma cadeia que movimenta a economia local de forma silenciosa, mas constante.
O diferencial do projeto está justamente em olhar para essa realidade com planejamento. O Caminho Rural propõe melhorar estradas vicinais, facilitar o escoamento da produção, incentivar a agricultura familiar e criar novas frentes, como o turismo rural e ecológico.
Além disso, a iniciativa resgata a memória de um período em que Nova Iguaçu teve forte presença agrícola, especialmente com a produção de laranja e a tradicional feira de produtores, que conectava diretamente quem produzia com quem consumia.
Ao estruturar essa política pública, a Câmara dá um passo importante para transformar resistência em crescimento. O campo não só continua existindo — ele passa a ser tratado como parte estratégica do futuro da cidade.
O projeto avança agora para as próximas etapas, com expectativa de sair do papel e chegar diretamente às regiões produtoras. Para quem vive da terra, o recado é claro: o caminho começa a ser aberto.



