MÁRCIO FONSECA: “SE É PARA AJUDAR, VAMOS AJUDAR” — FORÇA, UNIÃO E TRABALHO POR MAIS DIGNIDADE
Empresário por ofício, vereador por mérito, Márcio transforma simplicidade, diálogo e presença em uma forma direta de fazer política
“Se é para ajudar, vamos ajudar.” Poucas palavras, uma frase curta e objetiva, daquelas que não precisam de tradução. Para Márcio Fonseca, porém, o bordão não é apenas uma maneira de falar. É praticamente uma síntese de como enxerga a política e o mandato que recebeu da população de Nova Iguaçu. Empresário por ofício, vereador por mérito, ele procura manter os pés no chão e a atenção voltada para aquilo que chega diariamente de quem precisa de uma mão amiga.
Márcio tem um jeito simples de conversar, um sorriso sempre presente e uma postura que muda quando a missão começa. Porque uma coisa é receber uma reivindicação; outra é assumir o compromisso de encaminhá-la, cobrar, acompanhar e procurar uma resposta. E é justamente nessa diferença que ele procura construir sua atuação. Nova Iguaçu é um município grande, com uma população que enfrenta problemas em diferentes regiões e que, muitas vezes, procura o vereador porque precisa ser ouvida. A resposta de Márcio costuma caber em poucas palavras: se é para ajudar, vamos ajudar.
Essa disposição não fica restrita ao contato com as comunidades. Dentro do plenário da Câmara Municipal, o trabalho assume outra forma, mas mantém o mesmo objetivo. Márcio conversa com seus pares, discute os assuntos que chegam ao Legislativo, participa de debates e articula projetos em conjunto. Existem propostas feitas em dueto, construídas a partir do entendimento entre vereadores, porque a política municipal também é feita de diálogo. Não existe trabalho legislativo sério sem articulação. Não existe resultado quando cada um trabalha isoladamente. É somando forças que uma boa ideia consegue avançar.
E Márcio entende esse jogo.
A atuação parlamentar também mostra essa disposição de transformar problemas cotidianos em propostas. Entre suas iniciativas estão projetos relacionados à educação, saúde e proteção social. Um exemplo é a proposta que garante prioridade para irmãos estudarem na mesma escola municipal, uma medida que parte de uma dificuldade concreta enfrentada por muitas famílias. Outra iniciativa trata da prevenção e do enfrentamento da exploração de crianças e adolescentes em atividades informais e situação de mendicância. São temas diferentes, mas que carregam uma mesma preocupação: fazer com que o mandato tenha alguma utilidade prática na vida de quem está do outro lado.
Por trás desse trabalho existe ainda uma equipe. E equipe boa não aparece apenas quando a fotografia é feita. É aquela que acompanha as demandas, organiza as informações, fica atenta ao que chega e ajuda o vereador a encontrar os caminhos possíveis dentro da estrutura pública. A lógica é simples: a população apresenta o problema, a equipe acompanha e Márcio cobra. É uma engrenagem que precisa funcionar todos os dias.
Talvez seja justamente aí que esteja a força de uma atuação baseada na simplicidade. Não há necessidade de transformar cada pedido em um grande discurso. O morador quer ser ouvido. Quer saber se alguém vai encaminhar sua reclamação. Quer perceber que existe alguém disposto a correr atrás. E quando essa relação é construída com respeito, o mandato deixa de ser apenas uma cadeira no plenário e passa a ser uma ponte entre a população e o poder público.
Márcio Fonseca sabe que não resolve tudo sozinho. Nenhum vereador resolve. Mas também sabe que o primeiro passo para ajudar é não virar as costas para quem procura ajuda. Por isso, a ideia de dignidade aparece como uma espécie de norte dessa caminhada. Dignidade para quem precisa de atendimento, para quem espera uma melhoria, para quem procura uma solução e para quem acredita que seu problema merece, no mínimo, ser ouvido.
No plenário, articulação. Na rua, conversa. Na equipe, atenção. Na política, união.
É uma fórmula simples: força, união e trabalho.
E talvez seja exatamente por isso que o bordão de Márcio Fonseca seja tão curto. Ele não precisa de uma frase complicada para explicar sua maneira de pensar. Basta dizer aquilo que, para ele, deveria ser básico na vida pública:
“Se é para ajudar, vamos ajudar.”
Porque política também se faz assim: com menos distância, mais presença, diálogo entre quem exerce o mandato e, principalmente, respeito por quem confiou o voto.
No fim, tudo volta para o mesmo lugar: o povo merece.
Por: Jornalista Arinos Monge



