A urna eletrônica saiu do lugar tradicional e foi parar diante do público.
A iniciativa da Justiça Eleitoral em Copacabana colocou eleitores frente a frente com o equipamento que será utilizado em outubro e permitiu que o público conhecesse, na prática, como funciona o processo de votação.
A proposta é simples: quanto mais o eleitor conhecer o funcionamento da urna, menor será a possibilidade de chegar ao dia da eleição com dúvidas.
A Justiça Eleitoral também reforçou orientações sobre a chamada “colinha”, anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos.
Em uma eleição com seis cargos em disputa, guardar todos os números na memória não é tarefa simples.
O eleitor escolherá deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.
É muita informação concentrada em poucos minutos.
A campanha educativa também serve para combater desinformação sobre o processo eletrônico de votação.
Ao mostrar a urna, explicar seu funcionamento e permitir uma votação simulada, a Justiça Eleitoral aproxima o eleitor do equipamento e transforma uma discussão muitas vezes abstrata em algo concreto.
No fim das contas, a urna é apenas uma máquina.
A decisão continua sendo humana.
Por Jornalista Arinos Monge




