A menos de um mês das urnas, Justiça Eleitoral leva exposição ao Museu do Amanhã e lembra que quase 13 milhões de fluminenses estarão diante da urna em 4 de outubro
A eleição já está nas ruas. Neste domingo, 6 de setembro, a Justiça Eleitoral levou para a Praça Mauá, no coração do Rio, a exposição “O caminho do voto”, instalada no Museu do Amanhã. A iniciativa segue até esta segunda-feira, feriado de 7 de Setembro, sempre das 10h às 17h, com materiais educativos e informações para os eleitores.
A escolha do local não é por acaso. A Praça Mauá recebe diariamente um público diverso e numeroso, e o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro decidiu aproveitar essa circulação para aproximar o eleitor do processo eleitoral justamente quando a contagem regressiva para as urnas já começou.
No dia 4 de outubro, quase 13 milhões de eleitoras e eleitores estarão aptos a votar no Estado do Rio de Janeiro. E não será uma votação simples: cada eleitor terá seis escolhas pela frente — deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.
É muita coisa para uma única cabine.
Por isso, a Justiça Eleitoral está reforçando uma orientação que parece simples, mas pode evitar confusão diante da urna: consultar antecipadamente o local de votação e levar anotados os números dos candidatos. A recomendação é que a chamada “cola eleitoral” seja feita em papel, já que o uso de celular na cabine de votação não é permitido.
A movimentação na Praça Mauá faz parte de uma sequência de ações que o TRE-RJ e o Tribunal Superior Eleitoral vêm realizando para aproximar o eleitor das urnas.
No sábado, a Justiça Eleitoral esteve na orla de Copacabana com a ação “Por dentro da urna”. Técnicos apresentaram uma urna eletrônica desmontada, explicaram seu funcionamento e realizaram uma votação simulada. A atividade também apresentou ao público a exposição “O caminho do voto”.
A campanha ganhou ainda um significado especial para os eleitores mais velhos. A Justiça Eleitoral vem estimulando a participação de pessoas com 70 anos ou mais, faixa etária para a qual o voto deixa de ser obrigatório e passa a ser uma escolha pessoal.
A mensagem institucional é direta: democracia não termina no momento em que a urna é ligada. Ela começa na decisão do eleitor de participar.
E o calendário eleitoral está apertando.
Para o eleitor fluminense, o próximo passo não é esperar outubro chegar. É conferir onde vai votar, conhecer as regras, organizar os números dos candidatos e chegar à seção eleitoral preparado.
A exposição na Praça Mauá termina nesta segunda-feira, mas a contagem regressiva continua.
Em 4 de outubro, quase 13 milhões de fluminenses estarão diante da urna.
E, naquele momento, não haverá campanha, discurso ou pesquisa que substitua uma coisa: o voto de cada eleitor.
Por Jornalista Arinos Monge
Fonte: Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).




