Dr. Rui percorre o interior, fortalece laços e coloca cidades do Norte e Noroeste no centro do debate
De São João da Barra a Santo Antônio de Pádua, roteiro valoriza municípios estratégicos e amplia diálogo com famílias, lideranças e demandas reais da população
A saída foi no domingo, direto do Rio, mas o foco estava longe da capital. O destino: o interior — onde a política precisa chegar com presença, escuta e proposta.
O ponto de partida foi São João da Barra, abrindo um circuito que já mostrou a que veio: dar visibilidade a regiões historicamente deixadas em segundo plano. Na sequência, Campos dos Goytacazes reforçou o peso do roteiro, passando por um dos principais polos do Norte Fluminense.
O trajeto seguiu por Cardoso Moreira, Italva e Aperibé, cidades que representam bem o interior que luta por estrutura e atenção. Em São Fidélis, o diálogo ganhou também contorno institucional, sem perder o contato direto com a população.
Na sequência, o giro avançou por Itaocara e São José de Ubá, chegando a municípios onde a presença política costuma ser rara — e, justamente por isso, ainda mais valorizada.
O circuito continuou por Porciúncula e Natividade, reforçando a interiorização da agenda. Já em Itaperuna, polo regional, o peso das demandas ficou evidente, reunindo pautas que impactam toda a região.
O roteiro ainda passou por Laje do Muriaé e Miracema, cidades que traduzem o cotidiano do interior profundo — onde o acesso a serviços públicos ainda é um desafio constante.
Na reta final, Bom Jesus do Itabapoana entrou no circuito antes do fechamento em Santo Antônio de Pádua, último município visitado — encerrando um giro amplo, estratégico e, sobretudo, conectado com a realidade local.
Em todas essas paradas, um ponto em comum: o encontro com famílias atípicas. Mães, em sua maioria, protagonizaram as conversas, relatando a falta de suporte para pessoas com autismo e cobrando políticas públicas que saiam do papel.
Dr. Rui não ficou só na escuta. Levou propostas voltadas à ampliação do atendimento especializado, suporte contínuo às famílias, fortalecimento da rede de proteção às mulheres vítimas de violência e ações mais firmes na defesa do consumidor.
No retorno ao Rio, o balanço foi direto: cansa, pesa, mas vale. A chamada “resenha” virou diagnóstico de campo — e combustível para os próximos passos.
E eles já estão no radar: Região dos Lagos e Região Serrana devem ser os próximos destinos.
Porque no Rio real — longe dos cartões-postais — é no interior que a cobrança é direta. E quem percorre esse caminho, entendendo de perto cada cidade, começa a transformar presença em força política.




