Baixada Mais Perto do Rio: Governo amplia integração com BRT e cria novas linhas saindo de Nova Iguaçu
Novas rotas começam a operar em Miguel Couto, Austin e Cabuçu com ligação direta ao Terminal Margaridas, em Irajá, prometendo reduzir o tempo de viagem de milhares de trabalhadores
O Governo do Estado do Rio de Janeiro iniciou, neste sábado (16), a segunda fase da ampliação da integração tarifária entre ônibus municipais, intermunicipais e o sistema BRT no Terminal Margaridas, em Irajá, na Zona Norte do Rio. A medida é realizada pela Secretaria Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana em parceria com o DETRO-RJ e a Prefeitura do Rio.
A proposta é facilitar a vida de quem enfrenta horas no transporte público entre a Baixada Fluminense e a capital. Atualmente, cerca de 60% dos moradores da região trabalham no Rio de Janeiro, tornando o deslocamento diário uma verdadeira maratona para milhares de passageiros.
Nesta nova etapa, seis novas linhas com origem em Nova Iguaçu passaram a integrar o sistema. Os ônibus operam diariamente, das 6h às 22h, incluindo fins de semana e feriados. A tarifa permanece em R$ 6,70, com intervalos médios de aproximadamente 20 minutos.
Segundo o governo estadual, mais de 12 mil passageiros utilizaram o sistema apenas na primeira semana da integração entre as linhas da Baixada e o BRT carioca, demonstrando a alta demanda pelo novo modelo de conexão.
Confira as novas linhas em operação
Os novos trajetos atendem diferentes regiões de Nova Iguaçu:
- Miguel Couto recebe as linhas 790I, via Luiz de Lemos, e 797I, via Ambaí, com saída pela Rua Professora Marli Ferreira de Carvalho;
- Em Austin, passam a operar as linhas 791I, via Tio Luiz, e 794I, via Cacuia, saindo da Avenida Doutor Arruda Negreiros;
- Já em Cabuçu, entram em funcionamento a linha 799I, via Estrada da Palhada, com partidas pela Rua Garanhuns, além da linha 742I, saindo da Avenida Taguaretinga.
A ampliação busca oferecer mais alternativas de mobilidade para a população da Baixada, reduzindo o tempo de deslocamento e criando novas conexões diretas com o sistema BRT da capital. Para muitos trabalhadores, a mudança representa menos baldeações, mais agilidade e a esperança de um trajeto menos cansativo no dia a dia.




